Nossos protocolos
de tratamento
Na Mental Help®, oferecemos tratamentos especializados para depressão, com protocolos individualizados, avaliação clínica e supervisão médica.
Como a escetamina
age no cérebro?
Antagonismo do receptor NMDA
A escetamina atua como antagonista dos receptores NMDA (N-metil-D-aspartato) no cérebro. Esses receptores estão envolvidos na regulação de neurotransmissores como o glutamato, que é essencial para a plasticidade sináptica e a neuroplasticidade. Bloqueando esses receptores, a escetamina pode modificar rapidamente a transmissão sináptica e melhorar o humor.
Estimulação de vias de sinalização intracelular
A escetamina estimula vias de sinalização intracelular, como a via mTOR (mammalian target of rapamycin), que está relacionada ao crescimento e sobrevivência neuronal. Isso promove a formação de novas sinapses e melhora a conectividade neural, o que pode resultar em alívio rápido dos sintomas depressivos.
Aumento da libertação de glutamato
A escetamina causa um aumento da libertação de glutamato, um neurotransmissor excitatório que facilita a comunicação entre os neurônios. Este aumento pode ajudar a reestabelecer o equilíbrio das redes neuronais disfuncionais associadas à depressão.
Efeitos antidepressivos diretos
A escetamina também pode ter efeitos antidepressivos diretos que não são completamente compreendidos, mas que diferem dos mecanismos das terapias tradicionais com antidepressivos, que normalmente levam semanas para mostrar resultados.
Esses mecanismos combinados permitem que a escetamina produza efeitos antidepressivos rápidos, muitas vezes dentro de horas ou poucos dias após a administração, em comparação com os antidepressivos tradicionais que podem levar semanas para serem eficazes.